Um grande modelo de risco climático para o agronegócio.
A escala do treinamento
observações climáticas diárias, de 2019 a 2025
medições climáticas individuais, 28 variáveis por dia
A meteorologia bruta não enxerga o impacto agronômico.
A análise tradicional avalia danos ao agronegócio observando eventos isolados. Mas uma seca não é um dia sem chuva, é o déficit hídrico acumulado desde a semeadura. E o excesso de água que compromete um talhão depende tanto do volume precipitado quanto da capacidade de retenção do solo naquele momento.
Eventos isolados
Cada evento climático é lido fora de contexto, sem considerar a trajetória que o antecede nem o estágio da cultura no campo.
Sem leitura de impacto
Classificar o clima não é o mesmo que compreender o dano. O impacto real depende da cultura, do momento do ciclo e das condições de solo.
Um modelo que interpreta o clima sob a ótica da agronomia.
A janela inteira que cerca o evento
Em vez de reagir a um instante isolado, o Gwaihir aprende o comportamento do clima ao longo de toda a janela, resumida em 45 variáveis derivadas.
Cruzamento com fenologia e solo
As variáveis climáticas são cruzadas com o estágio fenológico de cada cultura e o tipo de solo, traduzindo o clima em impacto agronômico real.
Mais de 74 milhões de observações
O treinamento cobre 2019 a 2025 com 28 variáveis por dia, o equivalente a mais de 2 bilhões de medições climáticas individuais.
Desempenho na identificação de tipo
Métricas medidas na validação cruzada de 5 folds, sempre sobre eventos reservados que ficaram fora do treino.
O que o Gwaihir classifica.
Seis categorias de desastre
Cada período é resumido em 45 variáveis derivadas da janela climática que o cerca.
Três níveis, por regime climático
Calibrada separadamente para seca, precipitação, frio e calor, porque cada regime se comporta de forma distinta ao longo da safra.
“O Gwaihir interpreta o clima sob a ótica da agronomia, respondendo como, quando e por que uma safra é afetada.”